sexta-feira, 30 de maio de 2014

Se com o coração na mão entrego-me a razão, espero ansiosamente pelo acaso que nos empurra em direção a uma incrível satisfação, aos sonhos, aos desejos...
Se me entrego às emoções, sinto-me em falta com o consciente, se não o faço, falto a mim mesmo. E neste momento, diante desta inquietante reflexão, me pego a questionar se vale à pena sonhar enquanto acordado, conscientemente, direcionando cada passo que dou, ou devo ser guiado pelo surpreendente dos sonhos do inconsciente.

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