quarta-feira, 25 de setembro de 2013

(...) Sobre a humanidade

Uma vez me perguntaram em que eu acreditava, e essa pergunta ficou impregnada na minha mente... Refleti bastante durante a manhã do dia seguinte e cheguei a uma conclusão:
Eu acredito que a humanidade deveria aprender a ser mais humana. Que o ser humano deveria deixar de ser uma máquina movida que tem como característica coletiva o individualismo, que aniquila a essência humana. Esses seres deveriam aprender a rir, a chorar, cair e não pedir a mão, mas sim aceitá-la como apoio para se levantar. Lamentavelmente, para que isso ocorra, as pessoas precisam aprender a se permitir pintar a cara tornando-se palhaços para causar algumas gargalhadas; a dar um ombro e os ouvidos ao sentir que o outro chora e, principalmente, aprender a dar a mão sem que esta precise ser pedida quando nossos irmãos acabam tropeçando na caminhada.
E o que eu vejo? Isso é o que mais dói...
Os dias passam e a família - alicerce da existência do ser humano - é esquecida graças às atividades cotidianas postas em primeiro plano enquanto as estruturas do ser são soterradas por essa humanidade. Nossa existência se finda sem que conheçamos nossos irmãos e no momento em que nossa vida é abreviada dissipamos deles a chance de nos conhecer.
Será que conhecemos a nós mesmo? Nossos limites e capacidades de superação? Ou buscamos quebrar os muros que nos separam do dom de ser humano - digo dom pela raridade de encontrar um ser com essência humana - ou esses questionamentos ficarão limitados às paredes dos nossos túmulos sem que ninguém -inclusive nós mesmos - saiba que dentro desse ser irracional ainda exala, mesmo que de forma mínima, a essência de um ser humano.

Sobre a amizade


Amores, paixões, traições, decepções... Bem vindo ao mundo real!
Atualmente, um turbilhão de e
moções bate a nossa porta pra nos mostrar o quanto somos pequenos diante desse mundo tão “perfeito”, criado pra nós [nós enquanto elementos da natureza criada pra funcionar de forma coerente, natureza que insistimos em destruir], que saímos do nosso estado de perfeição e passamos pra zona de perigo, onde nos mostramos frágeis, indefesos, um ser repleto de medos, ou em outras palavras: tornamo-nos quem nós realmente somos.
Traumas, sonhos, esperanças, desilusões... Tudo isso deixa-nos fracos ao ponto de tornarmo-nos humanos, tirando a armadura que nos protege diante da sociedade e nos permite refletir sobre nossa alma no espelho das nossas ações.
Levantar é tarefa difícil quando tudo conspira a favor do nosso oponente, mas quando vestimos a camisa de seres humanos logo nos identificamos somos reconhecidos pelos nossos irmãos... E esses nos dão a mão que nos serve de apoio para reerguermo-nos.
Irmãos, amigos, companheiros... Pessoas que fazem parte de quem nós somos, pessoas que realmente se importam quando nos mostramos como seres humanos e eles nos reconhecem. 
Queria eu, meu Deus, que os seres humanos não precisassem sofrer para serem humanos. Que não precisassem precisar de uma mão para saber o quanto é importante estendê-la... Queria eu que todos se reconhecessem como irmão.

Falando em felicidade...

Um dia desses, andando pela calçada, distraída, olhando o céu e as vitrines da vida, a gente esbarra na felicidade... e vira a esquina. Não se apresenta, não cumprimenta, não se desculpa... simplesmente se vai. E a vida segue, a gente se movimenta, inventa, tenta, se reinventa, se molda e inova, mas não renova a tal motivação que nos leva a correr pelos campos da existência. Falta a essência, sobra prudência, falta alegria, fantasia, a vivencia que alimenta. E falta o sonho, o refúgio, o porto seguro, o encanto e o amor. E o mundo gira, e em um outro dia a felicidade passa ao nosso lado outra vez. E agora, pela tranquilidade adquirida durante toda uma vida, pela contemplação dos céus, do barulho do mar, pelo sorriso do beija-flor, pela adoração ao ser, pelo querer ser... A felicidade exala e a gente repara, a gente percebe e a segue... E agora, entregue, dela desfruta, com sabor de fruta fresca e mel, um pedaço do céu sempre em meu ser... E agora, para sempre querer ser quem sou em você.


O querer


Ah! como eu queria o que tu queres...
Como querer me dá vontade de fazer... de sumir, de inventar, de fugir... de viver!
Ah! que saudades de fazer, de querer e de fazer... de brincar, de rir, de esquecer, de viver!
Como reviver me dá vontade de viver... de gritar, de correr, de me embriagar, de poder!
Ah! viver... como eu queria! e como querer me dá vontade de você!

Sobre a vida


Não sei se o mundo, ou se sou eu...
Noites mais frias, quietas... Silêncio ao redor. Mas parece que uma multidão mexe em tudo, agita, bagunça, revira aqui dentro. E eu me pergunto: Existe resposta para cada pergunta? 
Sempre em meio as tempestades de emoções surgem novas indagações que me tiram da órbita normal, me fazendo buscar respostas que satisfaçam minhas inquietudes. Aí me pergunto: Estou eu fazendo a pergunta certa? Estaria eu questionando de forma coerente? Ou será loucura questionar sobre o real e a imagem que temos da realidade?
Então, percebo que caí numa armadilha da vida: questionar sobre essa, é caminhar por um caminho perigoso e, muitas vezes, frustrado; querer saber sobre as verdades e desmistificar os mitos que as rondam pode ser deprimente, quando não sabemos de onde viemos nem para onde vamos quando a vida se finda.
Mas, voltando à questão do real e da ideia que temos sobre ele... E se nada for real? E se todas as nossas verdades não passarem de idéias nas quais buscamos fundamentos que justifiquem certas atitudes, vezes egoístas, vezes insanas? Se, no final da vida, a única coisa que tivermos feito for ter perdido uma vida inteira buscando respostas que não existem e justificando atitudes que tomamos – ou não? E se no fundo, passarmos uma vida inteira vagando em pensamentos que nos impedem de sermos felizes?
Falando nisso, a felicidade é outra coisa que me tira o sossego: o que é, pois, a felicidade? Acordamos todos os dias, fazemos muitas vezes – na maioria das vezes – coisas das quais não gostamos para tentarmos sermos felizes e não percebemos que é justamente essa busca constante pela felicidade que nos torna insatisfeitos, amargurados, deprimidos e que nos impede de desfrutar dos momentos que a vida tem a nos oferecer. Uma vez, não há muito tempo, ouvi um sábio dizer que as pessoas buscam a felicidade como se fosse um produto barato, e que essa busca incessante pela felicidade, como se ela fosse um produto acessível, quando na verdade ela é passageira, torna a sociedade infantil (Pondé).
E se a felicidade não estiver naquilo que a sociedade acredita ser o “potinho de ouro”? Eu sinceramente acredito que as pessoas procuram demais, criam demais, exploram demais algo que elas acreditam que é, mas que na verdade não é a felicidade. As pessoas idealizam e investem nessa idealização e, ao final de tudo isso, desfrutam de um sentimento de falsa superioridade confundido com felicidade para depois, talvez, aproveitar o amargor de uma vida frustrada e vazia, tendo que conviver, todos os dias do resto da vida, cara a cara com a solidão de quem viveu uma vida inteira de forma errada.

O caminho...

É engraçado como de um dia para o outro a gente muda. É fantástico ver tudo se transformando, diante dos nossos olhos, como num filme, que a cena passa de trágico para patético... Mas um dia a gente muda. E tem que mudar! A gente acorda, se desespera, se reinventa – ou ao menos tenta – e, se acalma... Tenta ver tudo como algo normal e se vê fazendo parte das estatísticas.
Então, a gente simplesmente aceita a normalidade do anormal, ou vai passar a vida toda – ou o fragmento dela que acreditamos ser o para sempre – em um verdadeiro caos. Então, percebemos que estamos mais tranquilos – ou seria céticos?! – e levamos a vida como se a própria vida não importasse – ou como se viver fosse a única coisa importante.
Nesse momento não nos preocupamos mais com certos planos ou sonhos... Só queremos viver um pouquinho mais de – ou em – paz e, conseguimos. Mas, a qual preço?
Fechamos os olhos, ligamos o “estou pouco me importando”, e seguimos em frente... Em frente...

Ah! o amor...



Não é só a beleza encantadora, é a essência de tudo, da natureza... É a presença de um estado de espírito novo e incrivelmente delirante, proporcionado por um conjunto de sensações e emoções, num misto de liberdade, impotência diante desse mundão e da doce companhia de quem se quer bem.


A divindade da felicidade

Eu sempre me vi em um mundo comum, que embora possuísse maravilhas divinas, de tão devastado pela maldade humana tornara-se comum. O Sol nasce, o sol se põe... Os pássaros cantam, alimentam-se e dormem... As nuvens movimentam-se... As sementes viram plantas, dão frutos e morrem... O homem trabalha, sobrevive, procria... As crianças brincam... A chuva cai e molha o chão. Um mundo comum.
Uma tarde quente de inverno, o vento sopra resfriando o dia... Em uma madrugada de inverno, enquanto o sol prepara-se para acordar os pássaros que cantam e nos encanta com sua melodia, a magia do amor de Deus nos surpreende. Surpreende de uma forma tão simples e bela que toca profundamente o coração, chegando a ser sentido na alma que agora se transforma.
E o sol não brilha mais... Ele inaugura um espetáculo que encanta com sua magia. Os pássaros não cantam mais... Participam da trilha sonora do mais lindo romance. As nuvens não se movem no céu... Elas bailam no grande cenário que nos mostra a existência do infinito. As sementes não completam um ciclo... Elas trazem consigo a prova de um milagre...
Eis que o amor surge para transformar efêmeros momentos felizes em eternidades... Eternidades que surgem no exato momento em que um sorriso transforma-se em gargalhada. Felicidade trazida pelo sorvete do fim de tarde. Felicidade que converte o cotidiano em histórias do final do dia.

E o fim de dia jamais será o mesmo. Depois de aberta a janela às possibilidades de viver intensamente uma vida nova, repleta de sabores e sensações, difícil seria contentar-se em ver as coisas acontecendo dia após dia, de forma sempre igual, sem a magia encontrada nesse estranho sentimento, o amor. 

Algo para chamar de meu

Às vezes um vazio toma conta do meu ser, tornando difícil à palavra tamanha angústia, como se a imensidão do pequeno interior que em minh’alma habita precisasse de algo que pode surgir como que assim, numa fração de segundos, brotando do nada, ou do tudo, e que preenchesse esse vazio, acabando com o medo do futuro, surgindo para firmar cada pedra usada para trilhar o caminho, trazendo certeza, pondo-a no lugar do talvez... algo que formado em uma fração de segundo se estendesse para o para sempre.
Certos dias sou surpreendida com pensamentos estranhos, sem fundamento aparente, sem pretensões ou expectativas, sem compromisso, sem perspectivas ou obrigações. Apenas surgem em meu ser. São pensamentos sem explicação, que mexem com a imaginação, que alegra o coração e preenche o vazio por um instante, aquele que parece não ter fim. Pensamentos que trazem um conforto à sensação de solidão que insiste em estar presente, que maltrata, que é persistente, mesmo quando no aconchego do amor.
Às vezes me sinto só mesmo acompanhada, sinto falta de alguém com quem conversar sozinha, sinto a vontade de ter vontade desesperada, de chorar do nada, de estar acompanhada mesmo só. Às vezes eu sinto que esse imenso vazio só será preenchido com a imensidão que em sua pequenez muda o mundo todo de uma única vez.


Às vezes sinto que o que me falta não está fora, nem dentro. É algo que desconheço, apesar de almejar, desejar, querer e sonhar em ter, mesmo sem conhecer. Às vezes eu penso que o que eu preciso é algo preciso, que cabe nas mãos e que preenche a imensidão de um pequeno coração. É algo que aqui, talvez, já exista, e que aos poucos preencha um pequeno espaço, é algo que cabe em um longo abraço e que é dono dos sonhos meus. Acho que o que eu preciso é mais que um sentimento que queima, que às vezes machuca por dentro, mas que é algo para chamar de meu.

A doce crueldade da verdade

Tão necessária a uns, a verdade surge na construção de relacionamentos, de laços de confiança e lealdade, onde o sujeito sente-se especial pelo simples fato de o outro confiar seus segredos mais íntimos, suas angústias e medos, de forma que surge uma ligação forte... algo de alma. A outros, a verdade aparece como destruidora de sonhos, fantasias e alegrias, chegando ao ponto de se preferir viver uma ilusão a ter que encarar a realidade.

Eu fico com os primeiros. A verdade se faz tão necessária ao ponto de ser o elemento crucial em certas, ou em todas as situações: Prefiro lealdade à fidelidade e companheirismo a romantismo. Essas palavras foram proferidas por uma adolescente ainda muito imatura, mas que sem dúvida descobriu, ainda muito cedo, o poder da verdade e da mentira na vida e na relação entre as pessoas. Certamente, nesse momento, ela também decidiu o caminho pelo qual trilharia sua conduta ética e moral. Eu devo admitir, mesmo que ela seja ainda uma adolescente cheia de falhas, a admiro por isso. 
Não posso negar, entretanto, a crueldade da verdade, às vezes ela é perversa, gosta de destruir sonhos. A realidade, por vezes, machuca, maltrata o coração, desnorteia, condena destinos, mesmo assim, continua sendo necessária. Não devo deixar de admitir, porém, que também nutro certa admiração por àqueles que conseguem enxergar a mentira como um meio necessário a uma vida sem sofrimentos, apesar de não acreditar que isso possa acontecer de verdade.
Mesmo assim, prefiro a verdade...
A verdade que fere, que machuca, que une, que destrói e reconstrói... a verdade que cria laços, que diz quem você ée que te faz ser admirado e odiado por isso. A mesma verdade que sacia o desejo de sentir-se importante e especial ao ponto de ser visto como alguém que não deve ser enganado, poupado, mas sim, merecedor dela. A verdade que bagunça sentimentos, vivências e convivências, mas que, no fundo, está juntando, organizando, firmando, confirmando, fortificando o elo entre seres que por se respeitarem e se valorizarem,sabem se entender e são os verdadeiros merecedores dessa cruel e doce verdade.

quarta-feira, 11 de setembro de 2013

Abrir os olhos

Às vezes a vida nos leva por caminhos estranhos, difíceis, que parecem não ter volta... e nos perguntamos: o que eu fiz de errado?  Será que fui sempre tão cruel assim para merecer?
De repente fechamos os olhos e apagamos num sonho... é tudo tão lindo, colorido e iluminado. A vida ganha sentido, os dias são aconchegantes os risos são flores e o vinho... Nos trás o belo toque adocicado pra dar o tom!
Sonhando planejamos, somos felizes, podemos tudo. Queremos mais e podemos mais!  O mundo cheira a flores, a natureza purifica tudo ao redor, a magia está em cada canto que olhamos e a paz erradia de todas as coisas do mundo... do nosso mundo.
Então acordamos!
E vemos que tudo foi uma mentira... nada passa de uma mentira! A beleza acaba, o cinza toma conta de cada cantinho antes pintado por nossa imaginação. Perdemos o norte, e lutamos por isso! O frio congela nosso coração. O ar, de repente, fica pesado e desacreditamos do mundo. Perdemos a fé!
E a culpa é nossa... ou melhor, a culpa é minha... Quem me mandou fechar os olhos?

Vítima do mundo... vítimas de nós!

Às vezes paro e me pergunto: onde está o propósito de viver?
Ser feliz?... não, acho que não.
Vez ou outra, andando pelas ruas, principalmente durante a noite, eu me deparo com pessoas dormindo sob a lua, no frio que nem sempre o ar condicionado nos proporciona, sob o sereno, ali, largado pela vida, jogado pela sorte, abandonado por nós.
Será “justo” que esse tipo de coisa aconteça? A qualquer pessoa do meu ciclo social, a qualquer um a quem eu faça essa indagação, certamente me responderá que não. Mas, o que é justo ou injusto? Bem, essa é uma questão na qual não pretendo entrar, deixarei que Platão se encarregue dela.
O que importa é que essa terrível cena que não é nada rara me perturba. Vejo que tem muita gente sozinha no mundo sendo vítima da fome, do frio, do medo... da vida. Isso me angustia.
Outras vezes, no aconchego do meu lar aquecido, deitada em minha cama cheia de travesseiros macios, cobertores cheirosos e quentinhos, eu me deparo com pensamentos nada reconfortantes, que me fazem refletir sobre um mundo diferente, hostil, escuro e frio: o mundo que existe dentro de nós. Isso me faz estremecer, confesso.
Pensando nisso, me pergunto: por que tantos medos? Isso eu sei... somos seres sociais, vivemos em um ambiente cercados por pessoas nas quais algumas vezes precisaremos, para as quais precisaremos nos despir da arrogância e sairmos da nossa ostra ou enlouqueceremos. Precisaremos nos dar. Contudo, não devemos nos esquecer de que ninguém conhece nem a si, seus limites, ou mesmo quando iremos extrapolá-los. Como garantir aos outros algo que não podemos garantir a nós mesmos?  Pior, como podemos nós depositar tanto nos outros, se é impossível conhecer a si? Isso é algo que não devemos.

Então, achamos que somos vítimas... Nisso eu acredito! Somos todos vítimas: vitima da vida, da circunstância, dos nossos pais, companheiros, amigos... todos querem algo em troca, seja confiança, seja carinho. Ninguém se dá por acaso, as relações são baseadas no interesse, na troca de valores. O problema é que tem gente que não tem limites para alcançar o que quer. Mente, mascara, engana, chora, ama... e magoa!

Os Vitrais


O que fazer quando não temos para onde correr? Para onde ir quando não temos para onde voltar? Será que fizemos tudo errado desde o começo?
Nosso mundo desaba, e tudo que queremos é fugir dele. Mas, para onde? Precisamos libertar tudo o que está preso aqui dentro, mas é tudo tão difícil quando não temos com quem conversar.
Começamos a pensar nos dias e nas noites, na amizade, nas palavras, nas conversas... E parece que o peito vai explodir de tanta tristeza que o invade. Sentimo-nos “só”!
Perguntamo-nos: será que eu abandonei a Deus, será que foi por que eu deixei de rezar, de pedir proteção e benção?
Mas, quem vai nos responder? Estamos “só” e não temos pra onde ir... Nem um colo pra deitar e chorar... Então recorremos a Deus.
Na fé estamos seguros de tudo que há lá fora. A paz que reina aqui dentro nos acalenta por instantes. Então a gente chora mais uma vez... Mas dessa vez, tudo está diferente. Esses belos vitrais que nos protege aqui dentro, que nos mantém vivos, deixa que vejamos tudo colorido mesmo quando chove lá fora e o cinza escuro dá a tudo um gélido preto e branco... E percebemos o sentido de tudo.

Ah... esses belos vitrais!